balanço nos braços da loucura
embalado pelo dia recortado em espasmos e laivos de insana consciência
vagas de insidiosa raiva recortam o meu corpo
em espasmos de repugnância
pela pungência do dia
regurgitado e prostrado sob o próprio fim..
há dias que não durmo
há noites que não uivo..
e há anos que não sou...
as asas vermelhas crescem...
rasgam a pele
esfrangalham os ossos humanóides que me restavam...
o pior ainda está para vir...
terça-feira, 21 de outubro de 2008
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