o filho de um deus menor
aceita a sua sorte com um sorriso
o pária do desassosego
dá voltas à cabeça
hélice motorizada de uma barca do inferno
gasta e carcomida pela égide da tempestuosa existência...
morde a bala
e mergulha no tempo desfasado devoluto e dominado...
sob a égide da solidão
tenta verter uma só lágrima
mas o filho do deus menor nunca aprendeu a chorar
nem acalenta mais dor aflita que a própria indómita mágoa de não saber sorrir.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
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