Vê-me
Juro-te que sou mais do que aquilo que te mostro.
Olha-me
Prometo que te faço ver mais além do que aquilo que é esperado.
Toca-me
Acredita que não sou só aquilo que julgas que eu seja.
Anseia-me
Rodeia-me
e vive por mim uma batida apenas.
Consome-me
e o que sobrar daí entrega quando já não precisares...
que eu estarei aqui
de sorriso guardado no fundo do meu ser
para mostrar a quem mereça e lute
pela luta justa e por querer acreditar em mim.
Sem mais nada que um resquício de forca desamarrada
a manchar um trilho deixado para trás.
Apartado da besta negra e à procura de ir mais além.
Escolherei sorrir quando assim me for ensinado
com a candura de quem ensina um cego a ver por palavras...
Como o azul é profundo, calmo.... e frio...
O vermelho quente ardente incandescente...
Ainda estás aí?
Eu cá estou
uns dias melhor
outros dias pior
festejando o por do sol
e chorando as manhãs..
há coisas que nunca mudam
não consegues ensinar um vampiro a não ser o que é
e um pseudo poeta a escrever com razão.
O sol vai descendo
e eu abro as asas funestas da insensatez
para mais uma noite sem dormir
calejada por palavras incandescentes escritas no manto negro da noite....
Encontramos-nos mais logo
Num beiral de cabeça para baixo
ou num sonho alheio roubado ao exuberante e pernicioso eléctrico chamado destino.
No aquoso findar da clepsidra da existência nada faz sentido
e tudo é mais bonito assim...
Como as cores quentes e frias
que um dia qualquer num futuro incerto me fizeste sentir.
Juro-te que sou mais do que aquilo que te mostro.
Olha-me
Prometo que te faço ver mais além do que aquilo que é esperado.
Toca-me
Acredita que não sou só aquilo que julgas que eu seja.
Anseia-me
Rodeia-me
e vive por mim uma batida apenas.
Consome-me
e o que sobrar daí entrega quando já não precisares...
que eu estarei aqui
de sorriso guardado no fundo do meu ser
para mostrar a quem mereça e lute
pela luta justa e por querer acreditar em mim.
Sem mais nada que um resquício de forca desamarrada
a manchar um trilho deixado para trás.
Apartado da besta negra e à procura de ir mais além.
Escolherei sorrir quando assim me for ensinado
com a candura de quem ensina um cego a ver por palavras...
Como o azul é profundo, calmo.... e frio...
O vermelho quente ardente incandescente...
Ainda estás aí?
Eu cá estou
uns dias melhor
outros dias pior
festejando o por do sol
e chorando as manhãs..
há coisas que nunca mudam
não consegues ensinar um vampiro a não ser o que é
e um pseudo poeta a escrever com razão.
O sol vai descendo
e eu abro as asas funestas da insensatez
para mais uma noite sem dormir
calejada por palavras incandescentes escritas no manto negro da noite....
Encontramos-nos mais logo
Num beiral de cabeça para baixo
ou num sonho alheio roubado ao exuberante e pernicioso eléctrico chamado destino.
No aquoso findar da clepsidra da existência nada faz sentido
e tudo é mais bonito assim...
Como as cores quentes e frias
que um dia qualquer num futuro incerto me fizeste sentir.

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